sábado, 30 de julho de 2011

Complexidade

Como explicar sentimentos tão complexos que seriam facilmente reduzidos ao que podemos compreender? No calar da noite, onde a razão não encontra espaço, dizemos o que sentimos?

Por que se preocupar com os outros, se podemos apenas aproveitar? A vida soa tão curta, mesmo quando sabemos que o dia amanhecerá... Se posso pensar diferente do mundo, por que não posso sentir diferente do mundo?

O tempo é tão curto, as oportunidades são poucas, mas o prazer continua lá, esperando chegarmos até ele.

Intensidade que se confunde com desespero, busca que se confunde com perseguição. Onde estará a linha tênue que separa um do outro?

Apenas o autor consegue entender o que há por trás de seus gestos... Às vezes, nem ele mesmo consegui entender.

Até que ponto é tesão? Até que ponto é paixão?

Apenas sei que o amor já bateu em minha porta e veio com ambos. Mas ainda há um espaço. Nas sombras da noite, há o espaço para o interesse, mesmo que ele dure apenas algumas horas...

Eu-líricos inundam as palavras e confundem ainda mais na tentativa de explicar...

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