quinta-feira, 17 de julho de 2014

às vezes não se trata de ter as respostas, mas, sim, de fazer as perguntas certas
Esse medo que me prende parece não ter raízes nem um topo... É como uma folhagem densa que preciso cavar e abrir com meu facão. Infelizmente, meu facão está sem fio e sinto o fardo, assim, lentamente, tornar meus passos cada vez mais difíceis.

Ora, mas difícil é o ambiente no qual me sinto mais à vontade: do difícil vem o desafio. Esse incrível desafio de reencontrar o fio. Aos poucos o prazer volta trazendo a satisfação inigualável daquelas tardes abafadas de palavras-cruzadas e jogos de estratégia.

E sempre volto à questão da inquietude.