sábado, 5 de fevereiro de 2011

Conto semi-erótico

Não consigo me libertar dos meus tabus. Caso conseguisse, gostaria de expressar uma sexualidade latente contida pela minha própria timidez e pelos sensos que me rodeiam.

A beleza se torna relativa: não consigo entender o que é o bonito para o outro.

Seria eu bonita? Aquela menina desajeitada, que mal sabe tentar ser sexy e que tende ao ridículo?

O bonito talvez viesse do olhar ou do sorriso... Ou de um charme inexplicavelmente constante nos seres encantadores. Não me reconheço assim.

Como se uma maldição se instaurasse em mim, consigo ver o belo no outro, apenas. Não quero discorrer acerca do belo, entretanto, quando meu intuito seria buscar o sensual da poesia.

Tirar a roupa tranquilamente, ao som de um tango provocante, e imaginar que se pode estar com alguém agora... Sem dizer mais, digo "adeus".

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